Escola Costa Braga na Av. João Pessoa no Pedregulho
Vail estudou na
Costa Braga no tempo que a escola funcionou na Av. João Pessoa até 1955 e, 1959
ele teve o seu 1º emprego, como vendedor de linguiça caseira, que era produzida
por uma família que morava no centro de Guaratinguetá. “Eu ia de casa em casa
vender as linguiças, foi uma boa experiência”, garantiu o tecelão.
O JNP apurou que a linguiça é uma herança caipira dos
Tropeiros, que a partir do século 17 fez com que a
produção de embutidos e linguiças se espalhasse pelo interior de São Paulo e na
nossa região, era uma atividade tipicamente doméstica ou feita nos chamados
"cortes secos" e armazéns de secos e molhados, em vez de lojas
especializadas.
Na área de
esporte, Vail foi técnico do time Coelho Neto, do Campo do Galvão, do
Tamandaré, no Itaguará foi professor da escolinha, foi treinador do time
juvenil e juniores na Associação Esportiva de Guaratinguetá. “Fui convidado
pela Secretaria de Esportes Municipal para dirigir a Seleção de Guará com
garotos de 18 a 21 anos nos Jogos Regionais do Estado de São Paulo, quando
fomos vice-campeões”, disse o técnico.
Vail contou uma
coisa que muitos moradores do Pedregulho não sabem, ele disse que foi a fábrica
de tecidos quem construiu as primeiras ruas na rua Guaranís. “As ruas eram de
terra, algumas tinham valetas e a fábrica de tecidos construiu as casas da
Guaranís, e vendia parcelado para seus funcionários”, disse o tecelão,
lembrando que havia um túnel que ligava as duas unidades da fábrica de tecidos.


Comentários
Postar um comentário
Sua mensagem será analisada antes de ser publicada.