Niggli da mini rampa para o vertical

 




O empresário e skatista Carlos Felipe Niggli Silva, 37 anos, que mora em Guaratinguetá, mas começou a andar de skate com 9 anos em calçada de uma rua sem saída de São Paulo, depois passou a andar em mini rampa, passou pro vertical e aos 13 anos dropou o Half Pipe da Billa Bong Skate House em SP e hoje é focado 100% em vertical.

Niggli conta que já participou de vários campeonatos, desde a categoria mirim no Street e como profissional no Vert. “Como amador, corri vários em São Paulo, Santo André, São Bernardo, e em outros lugares do Brasil. Competi 3 vezes no mundial que tinha em Tampa, 1 vez no X Games em Los Angeles e 1 Vez no Maloof Money Cup em 2010. Como profissional, corri quase todos os Vert Batles, Circuito Banco do Brasil, Red Bull Revolution e outros”, disse o skatista.



Atualmente Niggli está focado na marca que criou, a Niggli Proteções Esportivas e só participa do Old School promovido pelo também skatista Nando Tassara, no Itaguará Country Clube. “Ganhei um campeonato na Tent Beach em Santo André, não lembro o ano, nesse campeonato ganhei melhor Linha e maior Aéreo. Fui campeão em um campeonato no Tribanks em São Bernardo, não lembro o ano também. Já fui campeão Brasileiro amador em 2010, ganhei o circuito brasileiro e a última etapa que foi no Half do Pedro Barros. Nós apoiamos a maioria dos campeonatos de banks, bowl e vertical de vários esportes, e vários atletas também”, contou o skatista que desde 2004 anda nas pistas de Guaratinguetá.



Para Niggli o skate está em constante evolução no Brasil e no mundo, quanto às manobras e eventos. “O que mudou muito nos últimos 10 anos foi o apoio e o investimento dos pais, na minha época, eram raros os pais que apoiavam e investiam nos filhos, hoje, praticamente todas as pistas que vou, vejo bastante pais levando os filhos para treinar. Até certo ponto é bom, mas já vi vários que acham que os filhos vão ficar milionários da noite pro dia andando de skate, e por conta disso, colocam muita pressão nos filhos, o que só traumatiza e afasta eles do skate. Antes de mais nada, skate é diversão, se tratar como profissão desde cedo, não vai dar certo”, opinou Niggli.

Na opinião do empresário os Estados Unidos ainda são os mais desenvolvidos no skate, por terem muitas pistas de alto nível e em vários lugares. “O Brasil está evoluindo rápido também, cada ano que passa, surgem mais pistas de alto nível”, concluiu.



Tendo como inspiração de vida Jesus e nos roles role de skate: Lincoln Ueda, Jimmy Wilkins, Mitchie Brusco, Rony Gomes e Italo Penarrubia. Além do skate, Niggli também Surfa, pratica o Snow Board, joga Basquete, Tênis e Tênis de Mesa.

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