Voos comerciais no Edu Chaves ainda não tem data de início


A assessoria de imprensa da Rede Voa, empresa que tem a concessão operacional do Aeroporto Edu Chaves até 2052, disse que as previsões de obras e investimentos em 2025 não ocorreram, e até janeiro de 2026 não havia a previsão para o início de obras no aeroporto do Pedregulho, que tinha a previsão de realizar voos comerciais em 2025, com vistas ao elevado número de turistas que diariamente visitam o Santuário Nacional.

Os investimentos da Rede Voa no Edu Chaves são na ordem de R$ 3,5 milhões nos próximos 26 anos de sua concessão, com o objetivo que o aeroporto do Pedregulho seja a referência para transporte aéreo de passageiros como foco no turismo religioso do Vale da Fé, que engloba Cachoeira Paulista, Canas, Cunha, Guaratinguetá, Lorena, Piquete, Potim, Roseira e Aparecida que em 2025 teve de 10,5 milhões de visitantes. “Provavelmente teremos novidades ainda esse ano, estamos terminando a obra em Ribeirão até o fim do mês, depois provavelmente iremos para Marili e depois para Guaratinguetá”, disse a assessoria, afirmando que para haver voos comerciais no Edu Chave depende das Companhias Aéreas.

    A reportagem do Jornal Nosso Pedregulho entrou em contato com Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) responsável pela autorização de voos comerciais regulares, mas até o fechamento desta matéria a Anac não deu retorno. O Ministério de Portos e Aeroportos (Mpor) informou que o dia 13 de janeiro a Rede Voa não havia feito nenhum tipo de solicitação ao Mpor, nem para interceder junto as Cias Aéreas realizarem voos no Edu Chaves. “O Mpor pode auxiliar na articulação entre a concessionária do aeroporto e as companhias aéreas, promovendo diálogos ou facilitando contatos. Contudo, a decisão final sobre a realização de voos, assim como a definição de tarifas e rotas, é exclusiva das empresas aéreas. A liberdade de oferta de rotas garante que as empresas aéreas escolham livremente em quais aeroportos e rotas operar, desde que cumpram os requisitos legais e observem a capacidade operacional dos aeroportos. A Anac registra esses serviços, mas não pode impor nem determinar rotas ou frequências obrigatórias às companhias”, informou a assessoria de comunicação do Mpor.

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